A Polícia Federal anabolizantes deflagrou nesta quarta-feira (29) a Operação Lavoslav para desarticular uma organização criminosa investigada por contrabando, manipulação clandestina e distribuição ilícita de esteroides na região e em diversos pontos do país
Em Cosmópolis, município do circuito regional próximo à Região Metropolitana de Campinas e ao eixo da Rodovia Dom Pedro I, equipes da Polícia Federal cumpriram mandados judiciais expedidos pela Justiça Federal de Piracicaba
Além do interior paulista, as diligências se estenderam para a capital São Paulo, Boa Vista (Roraima) e Rio de Janeiro
Prisões, apreensões e bloqueio de bens
Ao todo, os agentes federais cumpriram dois mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão
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Bloqueio imediato de contas bancárias dos investigados
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Indisponibilidade de veículos e bens imóveis vinculados ao grupo
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Quebra dos sigilos fiscal e telemático para aprofundamento das investigações
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Como funcionava o esquema clandestino
De acordo com a Polícia Federal, o grupo criminoso importava matérias-primas de forma ilegal vindas da Ásia, Europa e América do Sul
As apurações começaram após a interceptação de substâncias importadas com o uso de documentos e endereços falsos
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, contrabando, falsidade ideológica, uso de documento falso e comércio de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
Perguntas Frequentes
1. O que foi a Operação Lavoslav da Polícia Federal?
Foi uma ação deflagrada pela Polícia Federal para desarticular uma organização criminosa voltada ao contrabando, manipulação e distribuição clandestina de anabolizantes sem registro na Anvisa
2. Quais cidades foram alvo dos mandados na região?
No interior paulista, a operação cumpriu mandados expedidos pela Justiça Federal de Piracicaba na cidade de Cosmópolis, com apoio do 10º BAEP
3. Quais crimes são imputados aos investigados?
Os suspeitos podem responder por organização criminosa, contrabando, falsidade ideológica, uso de documento falso e pela falsificação/comércio de produtos destinados a fins terapêuticos sem registro sanitário
Fonte/Créditos: Lucas Oliveira / Redação Valor Paulínia
Créditos (Imagem de capa): Divulgação Polícia Federal

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